Estou em um mar aonde tudo e nada se resume em lágrimas,essa dor que antes se encontrava inerte achou uma força para move-lá sobre o corpo,amarrado por correntes de desespero,um grito talvez solte,ou um punhal ausente sobre minhas veias cobertas por lágrimas...
Sinto-me na vertigem da solidão ou essa sombra,sobre seus olhos seja tão escura a ponto de
abrir-los.Sinto-me pressa dentro de mim é como estar em um barco sem rumo,sobre nuvens vermelhas,não sei mais chorar sem fazer o ria dessa dor escorrer entre as ruas,queria ter um cigarro para apagas junto de minha alma,inerte nesse corpo,quente a pronto de explodir,e não farei nada de braços cruzados por uma corrente novamente corro entre meu próprio rio cade o fim?
Estou dando tiros sem razão em gelos nos quais não consigo tocar,posso senti-los dentro de nossas almas,tão comuns quanto um sorriso falso do alheio ao nos ver...

Nenhum comentário:
Postar um comentário