O medo bateu com um forte consumo a minha alma, parece estar tirando os pedaços com um pequeno punhal que se crava levemente no soluço da noite, tudo o que lhe peço que que não leves nunca de mim esse vento que se quebra em meu corpo cansado...
O medo vem como uma brisa de primavera deixando apenas o cheiro das flores mas nunca as vi, e hoje tenho certeza de que esse consumo está me matando... pedir para não levar nunca de mim esse desejo mas de que adianta ter para uma simples apreciação ?
O medo apenas mais uma vez passa me devorando o pensamente e vai levando junto com o vento que bate na maré todos os meus outros sentidos de pensares....

Nenhum comentário:
Postar um comentário